quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Frase libertadora do dia
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
CONVITE
- Nome/Data de Nascimento/Localidade onde tem o negócio (Ela):
- Nome das Empresas que representa/ Ramos de Negócio/ Serviços Prestados (Ele):
- Nome das Empresas que representa/ Ramos de Negócio/ Serviços Prestados (Ela):
- Motivos para candidatura ao Grupo (Ele):
- Motivos para candidatura ao Grupo (Ela):
Para saberem mais pormenores do conceito aplicado no projecto vão a www.sinergia-proj.com
Abreijos
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Só existo agora...
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Com passos lentos, chego a todo o lado...
Dou passos seguros, caminho virtudes, demando defeitos, encontro vicissitudes em auto-ditos perfeitos…
Reconheço mundos passados em mundos presentes e cabem neste mundo tantos mundos diferentes…
Eu pergunto ao mundo:
- Óh mundo, por que és tantos?!
E o mundo responde:
- Porque também tu és uns quantos!!!
Falo ao mundo por letras e canções, comento os mundos por silêncios, palavras e metáforas, tento o mundo questionando as tentações e o mundo responde tentando ainda mais, e eu pergunto ao mundo:
- Óh mundo, por que me tentas?!
E o mundo responde:
- Porque quando achas que tens tudo, já não sabes para onde vais!!!
Com passos lentos, largo mundos antigos, passados, velhos, venenosos, pela memória esquecidos, tristes, paralelos, perigosos, árvores de frutos apodrecidos…
E ao fundo, no fim do caminho de um mundo, procuro princípio, entusiasmado, apaixonado, deixo para trás o terreno, abandonado, encontro sentidos novos que levam a todo lado…
Na demanda de mundos que não são meus, caminhos pisados de mundos cruzados, tantos mundos num mundo para conquistar, tantos mundos num mundo para conhecer, tantos mundos num mundo para tentar, tantos mundos num mundo querem meus passos lentos pisar…
E eu vou por aí, com passos lentos por outros mundos, sempre tentado pelo quero, posso e mando, e são tantos os mundos num mesmo mundo, aqueles por onde eu ando…
Ando por onde há caminho, caminho por onde quero, quero tudo o que posso, posso tudo o que desejo, desejo tudo o que houver e que haja tudo o que eu quiser…

terça-feira, 6 de outubro de 2009
Anúncio de Emprego
Reacções...
Reacção Swingers I: Foram muitos os swingers que no dia seguinte nos abordaram com palavras de apoio, dando-nos os parabéns pela coragem e louvando a importância de actos como estes que ajudam a abrir mentalidades e a dismistificar o swing perante uma sociedade preconceituosa.
Nossa resposta: Obrigado por todo o apoio demonstrado, o livro foi escrito mesmo com esse objectivo, pois vivemos num mundo cheio de moralistas de merda e falsas beatas que fazem a merda às escondidas dos outros e depois recriminam quem usa da sua liberdade sem prejudicar absolutamente ninguém, e está na altura das mentalidades mudarem e são através destas pequenas coisas que nós podemos ajudar a que pessoas que apenas querem gozar da sua liberdade tenham lugar na sociedade sem serem julgadas por falsos juizes pecadores.
Reacção Swingers II: Foram alguns os swinges que se debateram contra o facto de estarmos a falar do swing publicamente, porque é algo privado, porque nós não temos experiência suficiente para falarmos do meio, porque isto e porque aquilo.
Nossa resposta: Em primeiro lugar não achamos que tenhamos de nos esconder de ninguém, porque não fazemos mal a ninguém, a nossa liberdade só acaba quando pisamos a liberdade dos outros e o swing não ousa pisar a liberdade de ninguém, pelo que somos livres de explorar a nossa sexualidade e a nossa vida pessoal como bem entendermos sem nos preocuparmos com o que os outros pensam. Se é fácil? Não, não é, porque diariamente temos de ser confrontados com situações de discriminação que fazemos questão de ultrapassar com dignidade. Não concordo que tenhamos de esconder que o mundo swinger existe, assim como não acho que tenhamos de andar por aí a dizer a toda a gente que somos swingers. Nós fizémo-lo em nome do swing e para ajudar a abrir mentalidades, mas continuamos a ser discretos na rua, a grande maioria das pessoas não faz a minima ideia e os que sabem são discretos também e não falam do assunto. Quanto à acusação de não sermos experientes o suficiente para falar de swinger, perdoem-me se estiver a ser insignificante, mas a minha opinião é de que ser swinger está na mentalidade e na atitude e não na quantificação de experiências que já tivemos. Muitos ficaram chocados quando afirmámos que das experiências contadas no livro, só efectivamente meia dúzia são experiências vividas por nós e que as outras são inspiradas em histórias de pessoas que conhecemos do meio. Qual o espanto? Não somos nenhuns tarados que andamos por aí a comer tudo o que passa, embora gostemos imenso de viver o sexo com intensidade e sem tabús. Sabemos que a experiência dos anos e dos acontecimentos é importante e temos provas disso diariamente, mas não vejo mal nenhum em escrever um livro com as ideias que até ao momento temos do meio swinger, porque o que importa é passar a mensagem e acho que essa passa verdadeiramente, pelas reacções que temos tido de pessoas que não eram swingers e o são depois de ler o livro, porque perderam o medo de assumir os seus desejos como casal, pessoas que mesmo não sendo swingers nos dizem que apesar de não ser a sua escolha conseguem entender hoje muito melhor o que leva um casal a tomar esse caminho.
Reacção amigos e irmãos (dele e dela): Todos, sem excepção e apesar de um primeiro choque inicial de um ou outro elemento, continuam a olhar para nós da mesma forma, com o mesmo espírito, e a fazer da nossa companhia uma companhia saudável.
Nossa resposta: Não esperava outra coisa de pessoas com valores assumidos que pensam pelas suas próprias cabeças.
Reacção pai (dele): Deixou de me falar e diz para que eu esqueça que sou filho dele, para nem lhe aparecermos à frente, pois estamos a fazê-lo passar uma vergonha imensa.
Nossa resposta: O Alvim disse na Prova Oral, antes até que o meu pai soubesse de algo "se as vossas famílias tiverem uma reacção de intolerancia para com as vossas escolhas pessoais, então essa família não presta". A verdade é que eu não iria tão longe, mas de facto, alguém que cometeu adultério não consentido toda a vida moralizar-se ao ponto de recriminar um filho a este ponto por algo que não prejudica ninguém, parece-me notoriamente exagerado. Quem gostar de nós, tem de gostar por aquilo que nós somos e não pelo que fingimos ser, por isso quem quiser aceitar, óptimo, quem não quiser aceitar, temos pena, a nossa vida continua. A verdade é que a intolerancia não é por sermos swingers mas pela vergonha do que os outros possam falar. Por amor de Deus! Isto é um absurdo, alguém deixar se ser ele próprio por vergonha do que os outros possam dizer. Bem, paciência! Se nós não podiamos viver sem o swing? Podiamos, mas não era a mesma coisa...
Reacção mãe (dele): Apesar do choque inicial e de alguma notoria preocupação do que os outros poderiam dizer ou pensar, bastaram umas horas para aceitar as nossas escolhas e assumir que está ao nosso lado, dê para o que der...
Nossa resposta: Não está convencida, está a adaptar-se à ideia e será uma questão de dias para aceitar na plenitude, é a ideia que temos. Agradecemos todo o esforço feito e a abertura para conversar connosco de uma forma natural sobre o assunto.
Reacção pais dela: A minha sogra está no brasil de férias e pelo que conheço dela, aceitará sem quaisquer problemas. Quanto ao meu sogro, a resposta dele foi: "Respeitam-se e são felizes? Então caguem para quem não gosta, marimbem-se para quem possa ou não falar de vós. A vida é vossa e fazem dela o que quiserem desde que não prejudiquem ninguém. Se querem a minha opinião sincera, acho que pessoas como vocês têm uma maturidade acima da média e é a única coisa que vos posso dizer."
Nossa resposta: Pessoal, isto é uma reacção de alguém digno que não anda por aí a julgar as diferentes escolhas que os outros fazem, o meu sogro hoje ensinou-me que reacção devo ter um dia que os meus filhos optem por escolhas diferentes àquelas que a sociedade apela com tanta hipocrisia. Eu já adorava o meu sogro, mas hoje ele confirmou tudo o que penso dele, um Homem com H grande!
Abreijos ;)
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
A entrevista feita pelo casal OPEN MIND...
Sw-Team – Esse casal conversa muito, partilha as suas fantasias e quando descobrem que têm essa fantasia em comum, avançam, arriscam. Mas só devem avançar se estiverem muito certos do que estão a fazer.
OM – E como sabem que estão certos e preparados para o fazer?
OM - Quando decidiu, com a sua mulher, entrar no mundo do swing já tinha a ideia de escrever um livro?
OM - Swingers sentem ciúmes?
SW - Sim, sentem-no em determinadas situações. Mas são capazes de ser superiores a esse ciúme, quando outros valores se levantam...
OM - Que tipo de valores?
OM – E como é a primeira vez? Vão a um clube e conhecem alguém com quem simpatizam e convidam-nos a passar a noite convosco?
SW – Antes de se frequentar um clube ainda há um longo caminho a percorrer. Provavelmente há quem comece assim, porque alguém do meio os tentou convencer a entrar no meio e quis mostrar-lhes o ambiente de um clube swinger, mas a verdade é que é raro alguém envolver-se na sua primeira ida a um clube liberal. Há excepções à regra, mas a maioria dos casais entra a primeira vez num clube para conhecer, para se ambientar e se nunca fizeram swing anteriormente também não é nessa noite que o vão fazer pela primeira vez, muito provavelmente.
OM. – Então, o que há antes da ida a um clube liberal?
OM – E quando dão o passo de se relacionar com alguém pela primeira vez?
OM – E depois do acto, quais os sentimentos que tomam o casal?
OM – Concorda quando alguns dizem que o swing é a traição consentida?
SW – Se é consentida, já não é traição. Traição implica mentira, jogos de escondidas e muitas vezes até demonstrações de mau carácter. São ingredientes que não existem no acto do swing em si. O que é consentido é que as fantasias do seu parceiro sejam desfrutadas na sua plenitude sem que ninguém o culpe por isso e sem que este precise de lhe mentir para desfrutar dessas fantasias.
OM - Durante as relações com outros casais, alguma vez o preocupou que a performance do outro membro masculino pudesse agradar à sua mulher ao ponto de ela querer repetir mais vezes encontros com aquela pessoa?
SW: Todos temos formas diferentes de dar prazer, e isso proporciona uma variedade de experiências no meio swinger. Se a minha companheira gosta de estar com alguém não implica que já não goste de estar comigo. Se não quisesse que a outra pessoa tivesse uma boa performance junto da minha esposa, não arriscaria entrar neste meio. Faço questão de que ela se divirta ao máximo enquanto está a desfrutar daquele momento, porque ela pode ter a certeza que eu vou fazer o mesmo. A vontade de repetir com determinadas pessoas por vezes surge e havendo concordância, acaba por acontecer. Contudo, a nossa confiança no que sentimos um pelo outro afasta todos esses medos de que o nosso companheiro(a) possa apaixonar-se por alguém e deixar-nos por essa pessoa.
OM: Uma questão prática: Se dois amigos, liberais em relação a estas questões do sexo, decidirem entrar no mundo do swing mesmo não se tratando de um casal (mas actuando como tal) isso é possível? Existem casos destes?
SW: Sim, existem de certeza muitos casos destes. Pessoas que não são propriamente um casal, mas que pela sua abertura em relação ao assunto, acabam por se envolver no meio e comportam-se como casais. Contudo, a sinceridade é a virtude a que os verdadeiros swingers dão maior importância, pelo que quem não vier com intenções sinceras não se dará bem no meio por muito tempo.
OM - Ao ler o seu relato ficamos com um quadro claro do universo swing português e principalmente das coisas boas que pode ter. Existem coisas menos boas? Quais são os riscos?
SW: Existem coisas boas e coisas más. Existem pessoas bem intencionadas e pessoas más intencionadas, como em qualquer meio social que se faça representar na nossa sociedade. O principal risco de entrar no universo swing, é entrar sem ter a certeza do passo que se está a dar, sem conversar bastante sobre o assunto e sobre as barreiras que possam ir surgindo. Jamais entrem no swing com a ideia de que este meio pode salvar um casamento. Se o casamento não está bem, o swing vai piorar o estado desse casamento. Deve entrar-se no swing com confiança, determinado e quando a relação está de facto sólida. Aí, o swing tem um papel fundamental de apimentar a realidade sexual do casal.
OM - E na vossa relação, nunca houve problemas por causa do swing?
SW: Como qualquer casal, temos os nossos pequenos 'arrufos' de quando em vez, e embora raros, a verdade é que nunca nenhum desses 'arrufos' se deu com causa-efeito na nossa experiência swinger. O swing nunca nos trouxe qualquer problema.
OM – Os seus familiares e amigos sabem que vocês são um casal swinger?
OM – Qual acha que seria a reacção das pessoas que lhe são mais próximas se descobrissem?
OM - Acham que a sociedade ainda é muito preconceituosa em relação a este tema?
SW: A sociedade é por norma preconceituosa em relação a escolhas que diferem do que está dentro de certos parâmetros pré-concebidos por determinadas políticas, filosofias e religiões. Com os anos a passarem e com as diferentes escolhas a imporem-se em determinadas situações, a verdade é que já se sente maior abertura da parte da sociedade nessas determinadas situações, mas há ainda um longo percurso a percorrer.
OM - Se pensam continuar a praticar swing, como vai ser com o vosso filho? Sentem que isso é uma dificuldade?
SW: Temos dois filhos e eles são um complemento da nossa vida, não uma barreira. Com uma gestão equilibrada do tempo e das prioridades, há tempo para tudo na vida.
OM – Frequentam clubes de swing com alguma regularidade?
OM - Se pudesse definir em percentagem diria que o swing ocupa quanta da parte do vosso tempo como casal?

SW – Com naturalidade. Arranjamos forma de viver nos dois mundos e num só de forma equilibrada.
OM – Como sabem que um casal está interessado em estar convosco?
OM - Que perspectivas têm para o vosso livro? Não temem que atinja apenas o público que possa ter alguma curiosidade em entrar no mundo swinger. Não acham que o público mais preconceituoso não vai ousar pegar no livro, mesmo que tenha curiosidade.
SW - Julgo que pode equiparar-se esse sentimento ao mesmo sentimento que invade um jovem que vai comprar preservativos, alguém que vai alugar um filme pornográfico ou um senhor que vai pedir viagra a uma farmácia. Vacilam, mas a verdade é que compram. Julgo que podemos ter a sorte de acontecer o mesmo...
OM - Para terminar, acha que esta escolha pelo meio swing? Foi de alguma forma um meio de apimentar a vossa relação?
SW – De apimentar, de certeza absoluta que sim. Se nos uniu mais? Tornou-nos mais cúmplices. Afinal, temos um segredo só nosso. E tornou-nos sexualmente mais abertos, também. Se melhorou o nosso amor? Não creio, porque esse nunca teve em risco, tal como nunca teve em risco a nossa paixão e atracção um pelo outro. Não entrámos no swing para salvar o casamento, e nem acreditamos que o swing salve o casamento de alguém. Pelo contrário, porque se o casamento de alguém não estiver sólido e não houver muita confiança entre o casal, o swing vai ajudar a acabar com esse casamento. É preciso muita confiança no outro e em si próprio para entrar neste meio...
O Livro,,,
Temperaturas hormonais...
sábado, 3 de outubro de 2009
Apresentação
ELE: Nascido e criado em Portugal, tem 29 anos, metade dos mesmos passados de forma inocente e os outros 14 anos e meio a adquirir experiência para poder corresponder às expectativas de todas as meninas interessadas em conhecer um homem com mãos que adoram percorrer corpos femininos, dedos curiosos, uma língua gulosa e capaz de coisas que não foram permitidas aos deuses. Sem tabus, adoroa divertir-se, viver os momentos em toda a sua plenitude, aproveitando cada segundo para dar e colher prazer, sentir, partilhar, experimentar, VIVER!!! Vê o sexo como algo natural e não tem preconceitos de qualquer espécie, delira com corpos bem desenhados, é meigo e na mesma medida adora ser um pouco bruto na forma de agarrar, explorar, sentir o momento... É saudável, higiénico e procura manter-se em forma! Tão pouco sabe se é bonito, talvez seja apresentável, com um corpo cuidado, um rosto lavado, um traje apropriado, o suficiente para não andar com livro de reclamações às costas. Adora a sua amada morena que à cinco anos lhe encanta e com quem partilha a existência e as aventuras, os momentos de prazer e os de lazer, o amor, a paixão e a vida!!!
ELA: 27 anos, brasileira, morena de corpo tentador, com curvas e contracurvas que lhe desenham um corpo desejável, um rosto de menina com sorriso que encata, uns olhos negros que apaixonam. Adora gozar a vida na sua plenitude e não tem quaisquer tabus. Gosta dos homens com ar provocador e na mesma medida respeitadores, inteligentes e com corpo e higiene cuidada. Fica doida na perspectiva de aventuras picantes e arrojadas. Comunicadora, preocupa-se muito com a sua higiene, é muito saudável e vive o relacionamento com o seu lusitano de forma apaixonada e cúmplice.
Abreijos a todos e até breve...